O legado era, nas palavras do CIO, muito valioso: fazia bem aquilo para o que foi criado. O problema não era o que ele fazia, e sim o que já não conseguia acompanhar — a nuvem, os novos modelos de consumo, a velocidade exigida.
Quando o software principal não acompanhava, surgiam as planilhas e as soluções paralelas. O legado já estava cobrando seu preço.
O sistema que sustenta tudo isso deixa de ser apoio e passa a ser condição de existência. Resolver o mistério com processo e tecnologia é, literalmente, onde o dinheiro entra.